Tatu do Bem

Rindo para não perder o couro!

Rapaz delicado no trânsito

O rapaz sensível vem dirigindo o seu carro lentamente, quando recebe uma trombada por trás. Vira o pescoço e vê uma brasília 1973 engatada na traseira de seu carro.

Desce nervoso:

- Olha aqui! Veja o que você fez! Não sabe dirigir? Machucou a traseira de meu carro! Vai ter de pagar! Vai ter de pagar!

Desce um negro da brasília e tenta falar alguma coisa, mas o rapaz sensível continua a sua verborréia, cobrando um imediato conserto de seu possante. O motorista da brasília, vendo que não iria conseguir expor seu pensamento, berrou ameaçadoramente:

- PÁRA DE BERRAR, OU EU TE DOU UM PAU AGORA!

O rapaz pára bruscamente:

- Um… pau? Você disse um pau?

- FOI!

E o rapaz conciliadoramente:

- Olha, vai ter de ser um pau muito grande! O prejuízo foi enorme, viu?

Junho 30, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , | Sem comentários ainda

Manuel e Joaquim no combate à dengue

Manuel e Joaquim decidiram acabar com a ameaça da dengue na cidade. Compraram metralhadoras e escopetas. Saíram pelos terrenos baldios em busca dos perigosos mosquitos.

- Manuel, toma cuidado! Os bichos são traiçoeiros! Uns verdadeiros assassinos!

Entraram em um terreno e se depararam com um camburão cheio de água parada. Um tiro e a água começou a vazar. De repente, um mosquito pousou no peito de Manuel:

- Joaquim! – sussurrou Manuel. – Olha!

Joaquim, ao ver aquilo, fez um olhar de pavor. Virou a escopeta e disparou no peito de Manuel.

Manuel quicou no chão com o tiro.

- Maldito mosquito! Matei-o, mas ele matou o Manuel antes!

Junho 29, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , | 18 Comentários

Outro crime passional!

Joaquim entra na padaria e grita para Manuel:

- Manuel, a Maria…

- O que foi, Joaquim?

- A Maria tá te traindo!

- Como é?

- A Maria tá te traindo…

- Com quem? Diga o nome! Agora!

- Posso não, Manuel… eu não sou fofoqueiro!

- Dê-me uma pista ao menos!

- Uma pista? Lá vai: é com o teu melhor amigo!

- COM O MEU MELHOR AMIGO? Ah, safada! Vagabunda! – e, gritando todos os tipos de impropérios, Manuel abriu uma gaveta e puxou um três-oitão forrado de balas. Joaquim grita:

- Não faça essa loucura, Manuel! Não vá se sujar por tão pouco!

- O chifre não está em tua cabeça, Joaquim! Está na minha!

E saiu correndo porta afora. Cruzou o bairro feito um raio. Entrou em casa e berrou para Maria:

- Vou matar o teu amante, estupor!

Foi ao quintal e meteu três tiros no Rex, um pobre e inocente cão pastor alemão…

Junho 27, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , , , , | Sem comentários ainda

A virgindade de Ariana

Ariana não era mais virgem e estava desesperada. Farnésio, seu noivo há sete anos, nunca tinha relado a mão naquele corpo moreno e a fama de impoluta da moça corria pela cidade. O casamento estava próximo. Ariana, cada vez mais ensimesmada, agoniada.

- O que foi, minha filha? Que ares tristes são esses? Não vais casar com o amor de tua vida? – perguntou dona Maurícia, mãe de Ariana.

- Mãe, eu não sei o que vou fazer! Eu não sou mais virgem…

- Como isso se sucedeu, minha filha? – dona Maurícia não escondeu o espanto. – E agora? Farnésio crê que você é virgem…

- Eu não sei, mãe! Não sei…

- Quem tirou tua pureza?

- Foi o finado Valterclei…

- Se o safado não tivesse morto, eu arrancaria os olhos dele! Mas eu sei o que fazer. Pode se casar e deixa a questão da tua virgindade comigo!

- Como assim, mamãe?

- Farnésio é um ingênuo e, com certeza, é virgem também. Não sabe exatamente o que fazer. Você finge inocência e pede para ser no escuro. É bem provável que o Farnésio vá direto ao ponto. Quando ele encostar o negócio e entrar, você geme assim: ai, ai, aaaaaai…

- Como, mãe?

- Ai, ai, aaaaaai… E deixa o resto comigo!

Veio o dia do casamento. Festa, bebidas e tome dona Maurícia embebedando o coitado do Farnésio! Na hora da subida para o quarto, Ariana falou para mãe:

- É agora, mãe!

A velha pegou uma garrafa de champagne, correu para o quarto e se escondeu no guarda-roupa. Em poucos minutos, o casal entrou. E as saliências começaram. Ariana, bancando a pudibunda, falou:

- Ai, Farnésio! Apaga a luz! Eu estou com medinho…

- Claro que sim, minha pureza! – E o quarto ficou às escuras.

Nesse momento, dona Maurícia abriu a porta do guarda-roupa e começou a agitar a garrafa de champagne, esperando o “ai, ai, aaaaaai…”, que veio.

A velha estourou a champagne: PÔP!

E Farnésio parou o vai-e-vem na hora!

- Que barulho foi esse?

- Você não sabe, Farnésio? – Perguntou Ariana, resfolegante. – É o meu hímen pulando fora!

E o Farnésio:

- Teu hímen pulou para fora?

- Pulou.

- Hímen safado esse teu, hein?

- Por que, Farnésio?

- É que ele acabou de entrar na minha bunda…

Junho 27, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , , , | 1 Comentário

Imagens fortes: festa do torcida do São Paulo!

No ZIZA tem mais!

Junho 26, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , | Sem comentários ainda

Advogados: happy hour!

Advogado 1: Vamos tomar algum coisa?

Advogado 2: De quem?

Junho 26, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , | Sem comentários ainda

Um crime!

Manuel Joaquim há tempos desconfiava que Maria o traía. Toda a vez que ele ia para o trabalho, na padaria, desconfiava que Maria recebia alguém para colóquios carnais. Aquilo lhe afligia a ponto de ele ter comprado um revólver. Esperava o dia em que sua suspeita fosse confirmada.

Como não podia largar a padaria, Manuel Joaquim chamou Fidélis Figueira, o vagabundo do bairro, deu a ele uma nota de cem e disse:

- Quando eu vier a padaria, tu ficas lá perto de minha casa, de vigia. Se entrar algum homem lá, me avisa! – E deu a Fidélis um velho celular, estilo tijolão.

Tempos depois, Fidélis vigiando, um negro bateu à porta da casa de Manuel Joaquim. Maria abriu e abraçou o negro com paixão. Fidélis imediatamente ligou para o seu chefe:

- Seu Manuel, o senhor está certo! Dona Maria está lhe traindo! E com um negão! Quem é? Sei não, seu Manuel… Conheço não!

Manuel Joaquim Vasconcelos pegou sua arma, encheu o tambor de balas e seguiu rumo a sua casa. Em seus olhos, o vermelho do ódio lusitano!

- Vou matar esse negão! Depois mato Maria! Depois me mato!

Nesse exato momento, um pastor afro-descendente sai de sua igreja, depois de duas horas de intensa oração. Está com o semblante luminoso de felicidade. Bíblia de baixo do braço, descia a rua quando topou com o Manuel Joaquim. Este o olhou com firmeza: seria o tal que Fidélis viu?

- O senhor está muito sorridente, muito feliz. Vens de onde? – Pergunta o luso furioso.

E o pastor afro-descendente ergueu os braços para o céu e, quase cantando, disse:

- Eu venho da casa do Senhor!

- Ah safado!!! – E Manuel Joaquim meteu três tiros no pobre pastor afro-descendente.

Junho 26, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , , , | Sem comentários ainda

A necessidade é a mãe da invenção

As grandes invenções surgem a partir de uma grande necessidade. Muitas vezes, uma invenção inspira a outra. A ameaça do adultério motivou a criação do cinto de castidade. O cinto de castidade motivou a invenção do abridor de latas.

Junho 25, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , , | Sem comentários ainda

Imagem e Ação

Homem Aranha 2 (made in Paraguai)

Um mundo de contrastes

Riqueza é um estado de espírito!

 

Junho 25, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , | Sem comentários ainda

No tempo das Cruzadas

O cavaleiro Sir Dawein foi chamado para lutar nas Cruzadas. Sua bela esposa, Lady Davina, fica chorando pelos cantos, já saudosa de seu amado esposo.

- Devo lutar para defender a fé, Davina! Matarei os infiéis e voltarei para ti! Irás me esperar? – pergunta o aflito Dawein.

- Sim, meu amado! Estarei em oração aguardando o teu retorno.

- Mas, Davina! Eu tenho ciúmes… A tua beleza…

- Se quiseres, amado Dawein, posso usar um cinto de castidade. Com isso, poderás matar pagãos com mais tranquilidade! – fala, resoluta, a bela Davina.

- Sim, amada Davina! Mandarei o artesão fabricar o cinto…

Na véspera da partida, Dawein e Davina têm uma noite espetacular. Após o amor, Dawein, com a consciência pesada, diz a Davina:

- Posso morrer no campo de batalha, amada Davina! E não será justo que tu, no auge de tua juventude e beleza, guarde eterna viuvez! Colocar-te-ei o cinto, mas darei a chave dele a meu leal servo Humbert. Se chegar a teus ouvidos a notícia de minha morte, ele te entregará a chave e poderás viver a tua vida!

Após mais uma prova de amor, os dois se agarram retumbantemente.

Manhã fria, sol oculto, Dawein monta em seu cavalo e chama Humbert, seu servo mais fiel:

- Humbert, cuida dessa chave! Se eu morrer em combate, entregue-a a Davina!

- Não morrerás, mestre Dawein! És bom e justo! Mereces a vida plena e a paz! – grita entre lágrimas o magro e pequeno Humbert. – Tu retornarás, mestre!

Do alto da torre do castelo, Davina observa seu amado partir. Sem olhar para trás, Dawein segue para cumprir o seu destino, construir a sua lenda pessoal. Cavalga firme, mas seus olhos trazem uma tristeza abissal: “Davina, Davina, quando sentirei de novo o sabor de teus beijos?”

Já cavalga há quinze minutos, quando escuta a voz de alguém que o chama:

- Sir Dawein! Sir Daweeeeeeeein! Sir Daweeeeeeeeeeeeeeeeein!

Dawein olha para trás e vê o seu magro, pequeno e fiel servo Humbert montado em um pangaré a toda velocidade, agitando a chave do cinto de castidade em uma das mãos:

- Sir Dawein! Sir Dawein!

Dawein pára:

- O que foi, Humbert? O que aconteceu?

E Humbert, esbaforido:

- A chave, sir Dawein! A chave! O senhor me deu a chave errada…

Junho 25, 2008 Publicado por franc1968 | humor | , , , , | 1 Comentário