Tatu do Bem

Rindo para não perder o couro!

PUM! Piadas escatológicas

O bêbado está com um casal dentro de um elevador. De repente, solta um flato estrondosamente fedido. O homem do casal fica indignado:

- O senhor não tem vergonha? Peidou na frente de minha mulher!

- Eu não sabia que a vez era dela… desculpe! – ri o bêbado.

- O senhor não sabe segurar um peido? – pergunta a mulher.

- E a senhora sabe?

- É claro que sei!

- Então segura esse!

E peida o bêbado de novo…

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O velho está com uma bruta diarréia. Entra na drogaria e pede um remédio. O vendedor é novato e acaba dando um calmante, ao invés de um antidiarréico. O velho toma logo duas pílulas e toma o rumo de casa.

O dono da drogaria chega e pergunta qual foi o remédio vendido. O vendedor mostra:

- Um calmante – constata o dono da drogaria.

- Isso não é remédio para diarréia? – pergunta o vendedor.

- Claro que não…

- Então vendi o remédio errado. O senhor queria um antidiarréico…

Assustado, o dono da drogaria pegou uma caixa de antidiarréico e disse:

- Vai atrás do cliente e troca o remédio agora! E diz que é cortesia!

O vendedor sai apressado. Quinze minutos e ele volta com a caixa de calmantes na mão. O dono da drogaria pergunta:

- E então? Como estava o cliente?

- Todo cagado… mas calminho, calminho…

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O português viajou para um país africano e, degustar as iguarias locais, acabou tendo uma crise aguda de diarréia. Como estava em um mercado popular, ficou desesperado, pois não havia nenhum sanitário por perto. Corre aqui, vai acolá, achou um saco de papel e decidiu procurar um lugar ermo. Por trás de uma lixeira, o português se acocorou e chorou…

Ao terminar o serviço, surgiu a indagação: o que fazer com o saco cheio de fezes? Jogar no lixão? Não. Seria falta de civilidade. Decidiu guardar o saco para depositar seu conteúdo no banheiro do hotel.

Com o saco de papel na mão, saiu no meio do povo.

No meio do caminho, havia um vendedor que apresentava aos nativos uma das maravilhas da tecnologia: uma balança de precisão. E ele alardeava que, com aquela máquina, os vendedores não iriam mais se enganar, nem para mais, nem para menos.

Ia passando uma senhora com uma saco de feijão. Ele pediu o saco, mediu o peso:

- 950 gramas. A senhora tomou prejuízo. Isso não é um quilo de feijão!

Outro saco. Arroz.

- Um quilo e 26 gramas. Se deu bem! É mais de um quilo de arroz!

O português passou perto e o vendedor tomou o saco.

- Vamos ver quantos quilos tem aqui!

Pesou.

-  768 gramas. Que prejuízo! Aqui não tem um quilo de… – Abriu o pacote e viu a obra – Filho de uma vaca!

O vendedor espancou o pobre português, que foi parar no hospital e ficou internado por onze dias. De volta a sua casa, os amigos foram visitá-lo. E o português falou:

- Nunca mais eu boto os pés naquele país! Povo doido! Povo violento! Sabe por que apanhei? Porque não caguei um quilo de merda. Vejam vocês!

Julho 4, 2008 - Publicado por franc1968 | humor | , , , , , | Sem comentários ainda

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